O estresse no corpo

Ninguém está livre do estresse.

Mas se você se submete a ele durante um período prolongado de tempo, ele pode tornar-se crônico.

Para evitar esta e outras consequências para a sua saúde, é preciso combatê-lo.

Aqui não estamos falando apenas do estresse que nos torna irritadiços.

Se você já se viu com as mãos suadas em um primeiro encontro ou sentiu seu coração bater acelerado durante um filme de terror, por exemplo, então você sabe perceber o estresse em seu corpo e sua mente.

Confrontado com o perigo ou uma ameaça, nosso organismo entra em ação, inundando o corpo com hormônios que elevam a frequência cardíaca, aumentam a pressão arterial e sua energia para lidar com o problema.

Isso também ocorre quando enfrentamos os múltiplos desafios do dia a dia, como o cumprimento de prazos, pagar contas, entre outros.

Como resultado, o sistema de alarme natural do seu corpo pode permanecer nesta posição e isso pode ter consequências graves para a sua saúde.

De acordo com a Associação Americana de Psicologia, mesmo quando em curta duração, pequenas cargas de estresse podem ter um impacto na saúde.

Você pode ter uma dor de estômago antes de fazer uma apresentação, por exemplo.

Para os especialistas, essas tensões emocionais súbitas – especialmente a raiva – podem provocar ataques cardíacos, arritmias e até mesmo, morte.

Embora isso aconteça principalmente em quem já tem doença cardíaca, algumas pessoas não sabem que têm um problema até que o estresse provoque um ataque cardíaco ou algo pior.

O estresse torna-se ainda mais perigoso quando começa a interferir em sua capacidade de viver uma vida normal por um período prolongado.

Quanto mais tempo ele dura, pior será para a sua saúde física e mental.

Você pode se sentir cansado, incapaz de se concentrar ou irritado, sem qualquer razão, por exemplo.

Reduzir os níveis de estresse não só pode fazer você se sentir melhor agora, mas também pode proteger a sua saúde a longo prazo.

Veja abaixo o que a APA indica para que você evite ao máximo estar exposto a estes males:

Identifique o que está causando o estresse: Monitore seu estado de espírito ao longo do dia. Se você se sentir estressado, anote a causa, os seus pensamentos e seu humor. Uma vez que você sabe o que está incomodando, desenvolva um plano para lidar com isso.

Organize-se: Liste todos os seus compromissos, avalie suas prioridades e, em seguida, elimine todas as tarefas que não são absolutamente essenciais.

Construa relacionamentos fortes: relacionamentos saudáveis pode servir como válvulas de escape para o estresse. Estenda a mão para os membros da família ou amigos próximos e que sabem que você está tendo um momento difícil. Eles podem ser capazes de oferecer assistência prática e apoio, ideias úteis ou apenas uma nova perspectiva quando você começa a lidar com tudo o que está causando o estresse.

Respire: quando estiver com raiva, dê um tempo para se recompor contando até 10 antes de agir. Em seguida, reconsidere.

Exercite-se: Caminhar ou praticar outras atividades físicas também pode ajudá-lo a trabalhar o estresse. O exercício aumenta a produção de endorfina, um impulsionador natural de humor do seu corpo. Comprometa-se com uma caminhada diária ou outra forma de exercício – um pequeno passo pode fazer uma grande diferença na redução dos níveis de estresse.

Descanse sua mente: de acordo um levantamento feito nos Estados Unidos em 2012, o estresse mantém mais de 40% dos adultos acordados durante a noite. Para ajudar a garantir que você tenha boas horas de sono, cortar a ingestão de cafeína, remova distrações como a televisão, celulares ou computadores em seu quarto e acostume-se a ir para a cama sempre na mesma hora.

Procure ajuda: se você continuar a sentir-se oprimido e estressado, consulte um psicólogo ou outro profissional de saúde mental licenciado que possa ajudá-lo a aprender a lidar com o estresse de forma eficaz. Ele pode ajudá-lo a identificar situações ou comportamentos que contribuem para o estresse crônico e, em seguida, desenvolver um plano de ação para mudá-los.

Fonte: Associação Americana de Psicologia

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